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Experiência européia ajudará companhias a adotar o IFRS
A experiência européia vai ajudar as empresas de capital aberto brasileiras que por determinação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), terão que confeccionar seus balanços de acordo com os padrões contábeis internacionais (International Financial Reporting Standard – IRFS), a partir de 2010. “Na migração para o IFRS, o Brasil terá a vantagem de contar com o exemplo do que já fizeram as companhias européias para se adequar às normas”.
Entre as normas que as empresas deverão experimentar terão mais dificuldade na IFRS, Sutcliffe cita a contabilização de contribuições de consumidores e de instrumentos financeiros. A menor dificuldade deverá ficar com a contabilização da perda de valor dos ativos denominado de impairment, Segundo Sutcliffe, as conclusões do estudo são ferramentas importantes para as companhias brasileiras evitarem erros, custos desnecessários e perdas de tempo na adoção do IFRS.
Financeiro
A dificuldade para as empresas, com exceção dos bancos, será contabilizar os instrumentos financeiros pelo valor histórico como é feito, outra dificuldade que o contador enfrentara será a norma International Accounting Standard (IAS) 39, contabilização dos instrumentos financeiros, que fala do cálculo do valor justo.
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